domingo, 26 de junho de 2011

Denúncia - Abuso infantil explícito

Gente, ia fazer uma postagem hoje sobre um assunto um tanto polêmico, porém não muito importante, até que vi numa comunidade uma denúncia. E percebi que era urgente denunciar, divulgar para pedir que outras pessoas denunciem e tentar fazer justiça contra esse "ser humano (?)". O ocorrido foi que um monstro criou um blog cujo  objetivo é mostrá-lo abusando de crianças.É tudo muito nojento e explícito, só vê quem tiver sangue frio, ou coragem suficiente. Não consigo nem descrever o que senti vendo tudo aquilo! É uma monstruosidade imensa e sem fim, chega até a ser inacreditável. Isso traz à tona não só o abuso sexual infantil como também o ponto a que esses seres são capazes de chegar, demonstrando orgulho em mostrar a crueldade que fazem. Sinceramente, espero que ele pague por tudo o que fez a essa e provavelmente outras crianças. Peço urgentemente para quem tiver acesso ao blog que denuncie, e ajude a colocá-lo na cadeia, onde é seu lugar e ainda é pouco.Eu havia divulgado o endereço do blog há pouco tempo, mas descobri que não se deve divulgar pornografia infantil, mesmo com a intenção de denúncia, portanto retirei o mesmo. Situações como essa só mostram o quão algumas pessoas não merecem nem ao menos viver, e é algo que ainda choca a sociedade. Por ainda me encontrar num estado de choque, não vou me estender no assunto, quem sabe quando eu me recuperar. Obrigada a todos que denunciaram, isso é muito importante. Fiquem à vontade pra qualquer coisa.  Ah, é bom que reflitamos sobre esse assunto, visto que ele reabre portas já esquecidas por nós. Por hoje é só, e eu sinto muito por ter que colocar uma coisa tão cruel aqui.

Aventuras e histórias de São João

É, acho que o título da postagem já diz tudo. Vou contar um pouco do meu São João pra vocês, sem nenhum intuito muito especial senão o de "um pouco de conhecimento a mais" sobre mim. Divirtam-se - ou não, né.
23 de Junho, quinta-feira de manhã. Arrumo a mochila com ajuda de minha mãe, faço o necessário e saímos para uma viagem de quase três dias. No dia anterior tinha participado de uma torre (um evento evangélico que ocorre na casa de um dos irmãos) a pedido de um colega meu, dia em que meu pai, irmã e cunhado viajavam para Conceição de Feira. Não fui para não deixar minha mãe sozinha, sendo que ela temia deixar nossas cachorrinhas sozinhas. Por isso fomos para Mata de São João (tudo a ver com são joão, sacou? haha) ficar poucos dias, só para não passar em branco. Já de início tivemos que andar um pouco mais para pagar umas contas, então aproveitei para explorá-la e pedir chocolate pra viagem - acabei faturando refrigerante e batatas fritas também. Quando o ônibus de viagem chegou, já estava cheio e fui em pé, tendo que dar adeus ao passatempo da viagem leia música e lanches e me segurar; logo o ônibus ficou tão cheio que mal dava para se mover, mas eu estava tão tranquila que nem me incomodei. Chegando ao destino, o churrasco que minha prima havia prometido nem tinha começado! Fui logo comer alguma besteira e conversar; não estavam conseguindo colocar as carnes pra assar direito, foi um belo desastre, mas até que saiu tudo gostoso. Passei o resto da tarde comendo e assistindo qualquer coisa. Pela noite meu primo chegou lá bêbado me chamando para ir à festa da cidade com ele, já que ia ter show de Calcinha Preta; fiquei com receio, mas sabia que ele não me deixaria na mão, então me arrumei para ir. Chamamos os rapazes da moto táxi e fomos. Um pequeno grande detalhe é que os motoqueiros estavam sem capacete pra acompanhante, e como tava tendo blitz, tivemos que pegar um atalho cheio de buracos e terra... foi super emocionante, sério. Ao chegar na festa, tivemos que esperar o marido de minha prima chegar; enquanto isso, meu primo resolveu se meter em briga alheia e ficou xingando os guardas municipais... E eu lá tendo que aguentar "o peso da bebida" e não deixá-lo brigar, empurrando ele pra dentro da festa logo. Foi engraçado, confesso. Quando finalmente entramos a banda não tinha começado a tocar, e fomos beber alguma coisa. Meu primo me ofereceu um tal de "daikiri", e realmente era uma bebida bem gostosa. Bebi pra tentar me animar, e consegui! - por uns dez minutos. A banda começou e o povo se animou; fomos para mais perto do palco e foi aí que virei um iôiô: meu primo me puxava pra dançar numa música, o marido de minha prima me puxava noutra. Acabado meu lapso de ânimo, comecei a sentir um sono fortíssimo; passeamos pelo show e eu me sentia tonta vendo tanta gente, quase fechando os olhos - sensação emocionante, pode crer. Como os meninos não queriam ir embora, meu primo mandou um amigo me levar de moto pra casa; fui praticamente dormindo, e ele em alta velocidade, até que para aumentar meu sofrimento começou a chover. Os pingos d'água pareciam pedras caindo em meu rosto, e ah, doía... Mas foi por pouco tempo. Entrei, fiz o que tinha que fazer e dormi; muriçocas me atacavam, o frio me atacava com vigor maior, mas eu resisti. No dia seguinte só o que fiz foi comer. Comer e dormir. Comer, dormir e assistir. Foi um dia de paz, onde pensei bastante no blog, nos estudos, na vida... Me senti - e sinto - tão desligada de diversão... Ando me divertindo com coisas simples, não ando anseando festas, agito, pelo contrário; quero tranquilidade, quero conhecimento, quero escrever. Pensei em mil coisas pra postar por aqui, estou cheia de projetos e planos que vou tentando pôr em prática aos poucos. Enfim... uma coisa muito legal é que descobri só agora que um dos meus seriados favoritos - Gossip Girl - está passando no canal glitz. De noite meu primo me chamou pra ir à festa de novo, mas dessa vez não quis ir mesmo, ia acontecer o mesmo que no dia anterior... Então comi mais coisas juninas e assisti com as mulheres. Assisti lá pras 23h um filme bobo com Kristen e o carinha que fez o filme do "Facebook", cujo nome esqueci; o filme chama-se "Férias frustradas de verão" e fala somente em sexo e drogas, sem ter nada a acrescentar na vida de alguém.  No sábado estava tudo preparado para vir embora; mais conversa, mais comida, mais risadas... Até dar o horário de vir embora. A cidade estava bastante vazia, o trânsito livre, tudo lindo. Ao chegar em casa vimos que as cachorras estavam super bem - o que foi uma alegria bem grande - e então eu me toquei: o São João havia acabado. Só o que restou foram as lembranças desses dias tão legais (pra mim, pelo menos), e a paz de estar em casa outra vez.
terça-feira, 21 de junho de 2011

Chá, biscoitos & poesia

Era uma tarde de novembro. Charles fora a um café próximo de sua casa para escrever e refletir um pouco sobre sua vida. No trajeto, acendeu um cigarro e comprou um jornal do dia. Ao entrar no café, pediu seu chá com biscoitos de sempre e sentou-se; só então observou a moça que estava sentada à mesa ao lado: estava lendo um romance com lágrimas nos olhos, bebericando chá e comendo biscoitos. Aquela cena chamou a atenção de Charles, e ele então chamou-a para sentar-se ao seu lado. A moça, surpresa, aceitou o convite. Os dois engataram uma conversa divertida, pois perceberam que só o que tinham comum era o gosto pelo chá, pelos biscoitos e pela escrita. Ambos costumavam escrever apenas daquela forma, mas nem mesmo sabiam se era só costume ou lhes evocava inspiração. Charles era o típico rapaz de classe média-alta, que não se importava em trabalhar, estudar, pois tinha uma vida sustentada pelos pais e por seus vícios; seu lema era: sexo, drogas & rock'n roll. Já Lorrane era a típica menina boazinha de classe média-baixa: super romântica, comportada, solidária e séria. Ou seja, aqueles dois indivíduos tão apaixonados pela escrita divergiam completamente em todo o resto: gosto musical, lugares (exceto aquele café), influências, estilo de vida e tudo o mais. Entretanto, o mais incrível é que a conversa dos dois fluiu excepcionalmente bem, tanto que se passaram horas e eles nem perceberam. Riam muito, apontavam os defeitos do outro e até esqueceram do propósito de estarem ali: escrever. Lorrane questionava os gostos de Charles; perguntava porque ele bebia tanto, porque gostava de transar com desconhecidas, porque se drogava e porque não levava nada a sério. Para ela, não fazia sentido nada daquilo, pois são vícios auto destrutivos.
- Pra que levar a vida tão a sério? O que se leva dessa vida é a vida que se leva. Eu posso morrer quando sair daqui, sem ter me divertido nem um pouco, Ane! - rebatia Charles.
- Isso é verdade. - sorria Lorrane.
Em contraponto, ele questionava o porquê de ela agir tão certinho, esperar "o cara certo" pra transar, querer ajudar todo mundo sem visar retorno, ser tão idealista sobre o mundo.
- Tudo deve ser feito em prol do outro. Não gosto de ser individualista quando posso levar alegria a algumas pessoas... Quanto ao cara certo, não pretendo ser chamada de prostituta por ninguém. - respondeu Lorrane.
A conversa se seguia, e ele a olhava com um brilho intenso, admirava-a, encantado. O mesmo acontecia com ela: admirava-o enebriada, apaixonada. Depois de um bom tempo de conversa, Lorrane teve que ir embora. Charles queria acompanhá-la, mas a menina estava atrasada para o encontro com as crianças carentes e saiu correndo, sem deixar nenhum modo de contato.
No dia seguinte, a menina foi ao mesmo café tentar desculpar-se com Charles, mas não o encontrou. Ficou sem saber o que fazer, então resolveu tentar no outro dia. Fora uns cinco dias seguidos tentar encontrá-lo, sem sucesso, então ela desistiu. Sete anos se passaram, Lorrane já tinha 25 anos e Charles, 27.
Até que encontraram-se num outro café,  praticamente irreconhecíveis um para o outro. Lorrane, a garota certinha de sete anos atrás, vestia uma jaqueta de couro, tinha piercings pelo corpo, algumas tatuagens e um estilo bem "punk".  Já Charles, o inconsequente dos mesmos sete anos atrás, vestia camisa social, estava barbeado e perfumado, com aparência de um típico "mauricinho". O espanto dos dois não foi pequeno, e pode-se imaginar o motivo. Boquiabertos, eles se abraçaram e indagaram, atônitos: - Mas o que houve com você??
Então sentaram-se e quando  o garçom veio, pediram o mesmo chá com biscoitos - o que significava que ao menos algo ali não mudara. Enquanto o pedido não vinha, Lorrane começou a se explicar:
- Charles, eu realmente segui seus conselhos. Mudei bastante, é verdade... Percebi que precisava aproveitar a vida, pois estava me dedicando a todos, menos a mim mesma! Ah, e por onde você andou nesses últimos anos? Te procurei no dia seguinte àquele, para me desculpar pela pressa, mas não te encontrei mais...
- Já comigo aconteceu o contrário. Parei de ir àquele café porque suas palavras me tocaram. Percebi que eu precisava parar de me importar apenas comigo, e comecei a me envolver com ONG's, trabalhos comunitários, além de mudar completamente meu gosto musical, meu estilo de roupas e meu estilo de vida. Larguei as drogas, a vida sexual banalizada e passei a ouvir mpb.
- Uau! Incrível, nem posso acreditar! Parou de escrever?
- Não, isso nunca! E você?
- Também não... Ao menos nossos três gostos em comum permaneceram intactos!
Antes de continuar a conversa, eles trocaram números de telefone, para que nunca mais perdessem o contato outra vez. Então os agora adultos conversaram por mais horas e horas, como da última vez... Foram risos, críticas bem humoradas, e toda aquela magia de sempre, que os conectava de forma surreal. E eles continuaram a se encontrar nos dias que se seguiram, conversando, escrevendo e trocando farpas de brincadeira.
Ele a olhava com o mesmo encanto de sete anos atrás. Ela o olhava com o mesmo encanto de sete anos atrás. Era engraçado perceber que ele não a amou anos atrás por ela ser politicamente correta, visto que a amava mesmo como uma punk; e tampouco ela o amou por ele ser um maluco inconsequente, visto que agora ela o admirava tanto quanto antes, mesmo ele sendo "certinho". O que, então, conectava tão fortemente aqueles dois? Seria o chá, os biscoitos e a poesia? E mais... Até quando eles seriam tão opostos, tão "positivo e negativo"? São mistérios que talvez nunca se desvendem. Eles brincavam, brigavam, não tinham quase nada a ver. Mas se amaram, mas se amavam. Ah, que sentimento..! São formas de amor, são formas de amar.
sábado, 4 de junho de 2011

Legalização da maconha - dizer "sim" ou "não"?

Bom, como prometido, cá estou eu para falar um pouco sobre esse assunto tão polêmico e amplo.
A maconha é uma droga psicoativa derivada da planta Cannabis, conhecida também como marijuana. É bastante utilizada pelos rastafaris (por tradição e religião), mas vem ganhando espaço cada vez mais significativo entre os jovens - e esse é o ponto preocupante. Muito se discute acerca do assunto, e a partir daí começaram a circular informações equivocadas e/ou utópicas para defender seu uso.

"Com a legalização da maconha, o tráfico iria diminuir, visto que não se faria necessário comprá-la nas mãos de traficantes": essa é uma frase que sempre ouço em meio a essas discussões, e a mesma mostra-se completamente errônea. O tráfico de drogas existe e é realmente vigente o número de compradores da maconha; porém, se o traficante não vender a maconha, ele vai continuar vendendo TODAS as outras drogas, então se queremos acabar com o tráfico assim, só liberando todas essas, de fato.

"A violência iria diminuir, porque os usuários não deveriam mais aos traficantes, e consequentemente, haveria menos mortes": afirmação que vai pela mesma vertente. Enquanto houver droga ilícita, haverá tráfico.

"Álcool e cigarro são drogas piores do que a maconha": sim, já foi comprovado que os efeitos causados pelo álcool e cigarro são mais devastadores. Ok, mas não estamos falando apenas de efeito momentâneo, e sim de efeito gradativo - imagina-se que, legalizando, se faça uso da droga rotineiramente, e não apenas "de vez em quando". O álcool deixa a pessoa fora de si enquanto age (excluindo casos de dependência); o cigarro causa câncer pulmonar; e a maconha? Claro que usando-a frequentemente ela traz efeitos irreversíveis! Ontem mesmo eu estava assitindo à novela "O clone" e Lobato (Osmar Prado), ex-dependente da droga na novela, afirma que o uso da maconha é preocupante sim, pois a mesma desconstroi aos poucos a personalidade do usuário. Isso me lembrou um vídeo que vi uma vez de um rapaz apelando para o não-uso da droga, pois o mesmo afirmava que sua amiga que era inteligentíssima, por aumentar a frequência de utilização da droga, passou a mostrar-se dispersa e perdeu toda a sua essência, a sua personalidade.
Então, por que defender algo que destroi gradativamente as pessoas?

"Com a liberação, as pessoas perderão a vontade de utilizar a droga": isso pra mim não passa de um mito, e faria efeito contrário! Tudo bem que a juventude é movida pela curiosidade do proibido, mas com a liberação, pessoas 'politicamente corretas', que têm medo das consequências do proibido, não terão nenhum peso na consciência, visto que ninguém poderá condená-las. É só ir um pouco mais além: liberando a droga, vai ter usuário a torto e a direito, e não é muito difícil  imaginar que crianças inocentes, que nada sabem sobre isso, irão acabar por utilizar a droga; mesmo que muitas já utilizem por motivos diversos, com toda certeza esse número iria crescer. Ah, e aquele argumento de que só se manteria usuário quem realmente gostasse é completamente equivocado também. Cara, a maconha torna-se um vício! Logo, sendo liberada muitos começarão a fazer uso rotineiro!

"A maconha é uma erva natural. Que mal faria, sendo assim?": Ok, erva natural. E quantas ervas naturais que trazem efeitos venenosos e até mortais nós temos? Sendo assim, vamos relaxar com chás venenosos e morrer, Deus não castiga porque é natural. Faça-me o favor, né, argumento muito fraco esse. Por mais que seja uma planta, seus efeitos no organismo são fortes e desestruturantes, então não se faz correto o uso.

"O governo gastaria menos com fiscalização do consumo e do tráfico": nem vou discutir muito aqui, porque já está claro que é o mesmo que dizer que a violência diminuiria. Vi até algum cidadão comentar que o governo poderia investir mais em outras coisas, se não investisse no combate às drogas. Acho que esse indivíduo não sabe que o governo tem muito dinheiro, mas investe em seus próprios interesses.

Pesquisando um pouco, descobri que passaram a tornar a maconha ilícita pelo preconceito contra negros, mexicanos, árabes e chineses, no século XX. Seria válido para mim se eu não soubesse que a sociedade quer afundar o indivíduo. Ora, uma sociedade que permite o uso do certos entorpecentes sabendo o mal que causam (não só ao indivíduo, como a outros também), não quer de fato o bem geral. De toda forma, chega a ser ridículo o argumento "ou libera tudo ou não libera nada". Se está assim, deixa assim. Melhor estagnar do que piorar, já que não se busca consertar.

Se na Holanda, por exemplo, seu uso é legal, é porque as pessoas lá devem ser conscientes, coisa que os brasileiros NÃO são. Logo, não queiramos comparar a estrutura psicológica e educacional existentes nos países que a mantêm legalizada. Para concluir, deixo claro que sou contra a utilização da maconha seja em qualquer parte do mundo ou sob qualquer circunstância, principalmente no nosso país. Temos sim livre arbítrio, podemos sim fazer nossas próprias escolhas, mas não quando estas podem trazer consequências irreversíveis para outra pessoa.

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Capricorniana, 19 anos, um tanto tímida porém de personalidade forte. Tem pés no chão e paradoxalmente idealiza o mundo e tem um tanto de fé nas pessoas. Adora admirar as coisas simples, e as valoriza muito mais do que as coisas "compradas". É apaixonada pela escrita e não poupa palavras para dar sua opinião. Acredita que palavras têm um poder imensurável; acredita também que pode trazer, assim, um pouco de felicidade às pessoas. Sonhos? Possui muitos, e tenta realizá-los. Dá tudo por seus amigos, luta por sonhos alheios também. Seu grande sonho profissional é cursar psicologia - profissão pela qual é apaixonada desde criança; outros sonhos seus são conhecer os amigos virtuais e viajar pelo mundo. Preza a sinceridade e a generosidade. Gosta de estudar, conhecer, ver. Se sensibiliza com histórias espontâneas, dramáticas e que possuam essência. A magia de um conto, de uma música, lhe dá arrepio. Ah, e tem uma paixão forte por retratar vidas alheias, seja como prosa, seja como poesia.
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Escrever é como uma necessidade, para mim. É um sonho particular levar alegria ou algo de bom para as pessoas. Aqui consigo expressá-los poetica ou até mesmo grosseiramente, mas tudo isso tem um propósito. O que eu desejo é que as pessoas se conscientizem das coisas e que não percam a fé umas nas outras... Tento trazer paz, tento trazer amor, além de reflexão; aqui mesmo, neste cantinho! Pode parecer inútil, mas já é uma grande coisa. Entre, fique à vontade para ler, curtir, criticar e se expressar!

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